
Meus argumentos não se travestem de perguntas por razões filosóficas, mas por pura ignorância mesmo. Digo isso porque não conheço um sistema informatizado que responda judicialmente sobre meus atos na atividade ATC. Não existe um juiz cibernético para ouvir minha justificativa sistêmica quando algo sair errado, ou quando a rotina informatizada trocar o nível do avião sem que eu tenha solicitado ou concordado. Não existe um defensor público com inteligência artificial capaz de amealhar conhecimento e alegar jurisprudência de uma época retrô, onde a informática engatinhava em comPUTAdores ENORMES que ocupavam um prédio inteiro. Enfim, apesar da justiça imputar responsabilidades ao controlador sobre rotinas invisíveis de apoio à decisão, não existe nada no mundo virtual que garanta justiça aos controladores de tráfego aéreo, informatizando as percepções humanas, tampouco o “livre arbítrio”.
Sendo assim, reafirmo: - “Penso, logo digito!”
Sendo assim, reafirmo: - “Penso, logo digito!”
Juiz cibernético é otimo!!!!!!!!!!!!!!!!
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